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BNDES pretende elevar crédito a R$ 100 bilhões anuais com participação de pequenas empresas

Paulo Rabello de Castro disse que o segmento está abandonado, mas banco já conseguiu ampliar o acesso dos recursos para o microempreendedor.

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Paulo Rabello de Castro, disse que pretende aumentar os desembolsos do banco para o patamar histórico de R$ 100 bilhões anuais e, para isso, vai contra com o crédito às micro, pequenas e médias empresas (MPMEs), segmento que, em sua visão, está “abandonado”.

Rabello considerou fraco o volume desembolsado pelo banco no primeiro semestre, de R$ 33,5 bilhões. “Foi um número até baixo perto dos R$ 67 bilhões previstos até o final do ano, representando uma queda frente ao ano passado e bem abaixo do ápice dos empréstimos, entre 2012 e 2013”.
Segundo ele, o objetivo do banco é aproximar esse número do padrão histórico de desembolsos, na ordem de R$ 100 bilhões. “Estes R$ 100 bilhões têm que crescer em cima do universo abandonado de micro, pequenas e medias empresas”, disse.
Rabello afirmou também que já está em marcha o esforço para aumentar a dedicação dos recursos do banco para as MPMEs. O desafio, afirmou, será tornar a abertura de crédito menos custosa para viabilizar esse acesso dos microempresários ao crédito.
O banco fez 173 mil operações com as MPMEs entre janeiro e junho deste ano. “Esse número só empalidesse diante de 11 milhões de microempreendedores individuais. Para estes, o desafio do banco é muito grande”.
O presidente do banco citou o aumento da participação do segmento no total de recursos injetados pelo banco, passando de 27% no primeiro semestre de 2015 para 40% no mesmo período deste ano. Excluindo operações não típicas do banco, essa fatia subiria para 61%, comentou.
“A gente costuma dizer de modo avulso que o BNDES é o banco do grande empresário que é privilegiado porque conhece os meandros do banco. Nada mais longe da verdade”, afirmou.

Segundo Rabello, não falta vontade do banco em emprestar. “Falta vontade da própria sociedade econômica nacional de tomar emprestado, tamanho o grau de anemia e desânimo que vivemos do ano passado para este ano”. Ele acrescentou, contudo, já ser possível ver “os primeiros sinais de alento”.
Em junho, o BNDES lançou um canal para as MPMEs acessarem suas linhas de crédito e se comunicarem diretamente com o banco. Até então, essa interação acontecia apenas de forma indireta, através de bancos e agentes financeiros intermediários como cooperativas de crédito.

fonte: g1.globo

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