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Dólar sobe nesta segunda-feira e volta a bater R$ 3,90

O dólar subia nesta segunda-feira (19), chegando a bater ao patamar de R$ 3,90, com investidores apreensivos com a situação econômica e política no Brasil, em meio a incertezas sobre a permanência de Joaquim Levy no Ministério da Fazenda mesmo após a presidente Dilma Roussef afirmar que ele permanece no cargo.

Às 14h, a moeda norte-americana subia 0,72%, cotada a R$ 3,9012 na venda. Veja cotação

Veja a cotação ao longo do dia:
Às 9h09, subia 0,359%, a R$ 3,8874.
Às 10h09, subia 0,385%, a R$ 3,8884.
Às 10h32, subia 0,75%, a R$ 3,9024.
Às 11h24, subia 0,99%, a R$ 3,9119.
Às 12h09, subia 1,17%, a R$ 3,9189.
Às 13h, subia 0,81%, a R$ 3,9049.
Às 13h37, subia 0,65%, a R$ 3,8988.

O dólar fechou em alta de quase 2% nesta sexta-feira, acima de R$ 3,87, pressionado pelo quadro local de incertezas políticas e econômicas.

Nesta manhã, o Banco Central deu continuidade à rolagem dos swaps cambiais que vencem em novembro, vendendo a oferta total de até 10.275 contratos, equivalentes a venda futura de dólares. Até agora, a autoridade monetária já rolou US$ 6,142 bilhões, ou cerca de 60% do lote total, que corresponde a US$ 10,278 bilhões.

"Nessa de 'fica Levy, sai Levy', a verdade que permanece é a de que o país está parado, a mercê de interesses políticos, com desemprego, contração da economia, inflação alta e com a grande possibilidade de perdermos (de novo) o selo de bom pagador ainda neste ano, se o ajuste fiscal não evoluir", escreveu em nota a clientes o operador da corretora Correparti Jefferson Luiz Rugik. 

Minutos antes do fechamento do mercado à vista na sexta-feira, notícias de que Levy teria preparado carta de demissão golpearam os mercados financeiros locais. O Ministério da Fazenda e a própria presidente, no entanto, negaram a informação.

Nesse contexto, o contrato do dólar para novembro, que ampliou o avanço após o fechamento do mercado à vista na sessão passada para mais de 3%, recuava cerca de 0,5% nesta manhã, corrigindo parte dos ganhos da sessão anterior.

Atritos entre o Congresso e o Palácio do Planalto e incertezas sobre eventual processo de impeachment contra Dilma também vêm injetando volatilidade no mercado brasileiro de câmbio.

Nos mercados externos, o dólar ganhava terreno em relação às principais moedas emergentes, como os pesos chileno e mexicano, após a economia chinesa registrar crescimento de menos de 7% pela primeira vez desde a crise financeira global, alimentando preocupações com a recuperação da economia global.

Na sexta-feira
A moeda norte-americana avançou 1,92%, vendida a R$ 3,8735 na sexta-feira (16). Na semana, o dólar subiu 3,05%, após despencar 4,74% na semana anterior.

Fonte: G1 - 19/10/2015

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