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Banco Central decide pela manutenção da taxa básica de juros

O Copom (Comitê de Política Monetária), do BC (Banco Central), optou, pela segunda vez seguida, pela manutenção da taxa básica de juros no atual patamar de 14,25% ao ano. A decisão foi anunciada na noite desta quarta-feira (21), após dois dias de reunião.

No encontro de setembro, a decisão interrompeu a sequência de sete altas consecutivas da taxa, que fizeram a Selic saltar 3,25 ponto percentual em menos de um ano e atingir o maior nível em nove anos.

Assim como tem acontecido nos últimos encontros, a decisão do Comitê foi unânime e contou com os votos favoráveis de Alexandre Tombini (presidente do BC), Aldo Luiz Mendes, Altamir Lopes, Anthero de Moraes Meirelles, Luiz Edson Feltrim, Otávio Ribeiro Damaso, Sidnei Corrêa Marques e Tony Volpon.

O Copom afirma que a manutenção leva em conta as perspectivas para a inflação e o atual balanço de riscos.

— O Comitê entende que a manutenção desse patamar da taxa básica de juros, por período suficientemente prolongado, é necessária para a convergência da inflação para a meta no horizonte relevante da política monetária.

Em 21 anos, R$ 100 poupados viram R$ 967. Já dívida de R$ 100 vira R$ 500 bilhões!

A decisão atende também as expectativas dos economistas ouvidos semanalmente pelo BC, que esperam a taxa no patamar atual até o final deste ano. Para 2016, é esperado que a taxa salte mais 0,5 ponto percentual.

A Anefac (Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), que também apostava na manutenção da Selic, avalia que uma possível alta causará um impacto pequeno dentro da atual situação econômica nacional.

— Caso o Banco Central resolva elevar a Selic, haverá pouco impacto nas taxas de juros das operações de crédito. Entretanto, considerando todas as elevações ocorridas desde março de 2013, quando o Banco Central começou a elevar a taxa básica de juros, as mesmas já causam grande impacto nas taxas de juros das operações de crédito.

A ata com as motivações que levaram á manutenção dos juros básicos deve ser divulgada na quinta-feira da semana que vem (29), A próxima reunião do grupo está marcada para acontecer entre os dias 24 e 25 de novembro.

Taxa básica

A Selic é conhecida como taxa básica porque é a mais baixa da economia e funciona como forma de piso para os demais juros cobrados no mercado. A taxa é usada nos empréstimos entre bancos e nas aplicações que as instituições financeiras fazem em títulos públicos federais.

Em linhas gerais, a Selic é a taxa que os bancos pagam para pegar dinheiro no mercado e repassá-lo para empresas ou consumidores em forma de empréstimos ou financiamentos. Por esse motivo, os juros que os bancos cobram dos consumidores são sempre superiores à Selic.

A taxa também serve como o principal instrumento do BC para manter a inflação sob controle, próxima da meta estabelecida pelo governo, de 4,5%. O controle acontece porque os juros mais altos fazem o crédito ficar mais caro, reduzem a disposição para consumir e estimulam novas alternativas de investimento.

Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Já quando o Copom reduz os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo.

A Selic só influencia o rendimento da poupança quando é igual ou inferior a 8,5% ao ano. Ou seja, com a taxa a 14,25%, vale mais a pena buscar alternativas mais atrativas de investimento.

Fonte: R7 - 21/10/2015

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